domingo, 24 de julho de 2011

DESABAFO . . .

DESABAFO . . .

Tinha 12 (doze) anos quando ouvi de meu pai numa reunião de amigos, que o Brasil era o país do futuro. Hoje avançado na idade me pergunto, que futuro é esse que não chega nunca? Gerações se passaram na expectativa desse grande Brasil, e o que nós temos tido senão decepções em cima de decepções. Ouvem-se os discursos, apresentam-se estatísticas para supormos já estarmos naquele futuro, entretanto o que se vê, e aí (graças à liberdade de imprensa) a dolorosa realidade. Um Brasil que não se encontra em si, desdizendo-se a todo instante. Será que ouvi mal, será que meu pai não disse “Brasil país de futuro incerto?” Um país desenvolvido é um país que já resolveu os seus problemas cruciais que são em termos de prioridade: a saúde e a educação.

Lamentavelmente no Brasil, desenvolvimento é pensado por nossos administradores pelas realizações de grandes obras, pelos inúmeros ministérios para pequenas atividades, mas com uma quantidade enorme de cabides de emprego, em grandes carnavais, e quando cantado, é o melhor do mundo, o mais bonito do mundo, temos o maior estádio de futebol do mundo, as praias mais bonitas do mundo, deixando-se de citar a nossa também grande desigualdade social.

Gosto de ler leio muito, analiso os prós e os contras para ter argumentos quando falo ou escrevo.

É necessário que se veja o Brasil como um todo em toda a sua extensão territorial, 8.511.996 km2.

Houve uma época, entre as décadas de 30 e 70, em que tivemos um bom crescimento econômico para atender um modelo sócio econômico não aparelhado, o que resultou no início dos grandes bolsões de pobreza em todas as metrópoles do país, caracterizando-se especialmente no nordeste e continuam crescendo até hoje, apesar da nossa economia crescer de tempos em tempos.

No que se entende não se projetou um Brasil para um futuro, que viu e esta vendo sua população crescer. Um exemplo, eu acho, é a discussão em termos dos Royalties do petróleo. É o momento de pensarmos grande, de pensarmos que todos somos brasileiros e temos direito às riquezas que se produzem, mantendo-se é claro as devidas proporções.

Uma prova da grande excludência no Brasil é a seleção das capitais para os eventos esportivos de 2014 e 2016. Estivéssemos no Brasil do futuro, não teríamos dificuldades em escolher este ou aquele lugar, todos estariam em condições de desenvolver estes eventos.

Este desabafo é porque amo muito o Brasil e por isto quero um Brasil justo para todos os brasileiros.



Dr. Durval Luz.


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domingo, 10 de julho de 2011

É ASSIM . . .

É ASSIM . . .

“Farinha pouca meu pirão primeiro” é o comportamento da grande maioria da humanidade. Assim nós começamos a esta mentalidade perdura até hoje.

A única sociedade que evoluiu em termos de consciência foi a japonesa. Existe um respeito nobre entre a quase totalidade das pessoas. Houve uma preocupação em preparar os seres humanos para viverem juntos. Viu-se na TV o quanto isto é verdade, por ocasião da catástrofe que se abateu no Japão. As pessoas em fila, a par de sua posição social, aguardando sua “porção” de alimento. Era pouca, ninguém reclamava, ninguém furava a fila, todos colaborando para que todos fossem igualmente contemplados.

Mais uma vez é e será sempre assim, conserta-se o “ser humano” para concertar-se o mundo.

A citação acima foi corrigida por mim, pois a original, em vez de “ ser humano”, usa-se o homem, discriminando a mulher. É complicado, porém não é impossível porque impossível é o possível que levará mais tempo para acontecer.

Porque eu citei a sociedade japonesa? Porque eu a conheci de perto, como conheci a maioria das sociedades do mundo. Viajei muito, voei nos quadrantes do mundo. Fui representante da Aeronáutica Brasileira na Inglaterra. E aí pude sentir um pouco do pensamento de outros povos, pois haviam representantes militares de muitos países.

Para discutirmos assuntos concernentes às nossas atividades, criou-se uma associação de adidos militares. Nessas reuniões eu sentia que os militares sul americanos era discriminados pela maioria de outros adidos. Por isto criei a associação dos adidos Sul Americanos. Esta minha atitude causou grande espanto nos meios militares, tanto que fui convidado a expor as razões daquela atitude. Numa reunião geral, falei do constrangimento que sentíamos em sermos discriminados. Aproveitei e perguntei o porquê daquele comportamento com relação a nós, se nós nos considerávamos todos iguais, ninguém é superior a ninguém, todos representávamos nações independentes. Surtiu o efeito desejado, houve o compromisso de paz e respeito e todos passamos a nos olha olho nos olhos.

Dr. Durval Luz.


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sexta-feira, 1 de julho de 2011

ALCANCE SEUS SONHOS.

ALCANCE SEUS SONHOS.
Há uma verdade que você precisa conhecer:
O FUTURO ESPERA por você.
ACREDITE: o melhor ainda está por vir.
Trata-se apenas de fixar uma META e ACREDITAR nela.
Você é mais FORTE que todas as dificuldades que possam surgir.
Para isso existe um só segredo: você deve ter FÉ, deve CONFIAR.
CONFIAR em si mesmo, na vida, nas pessoas....
O PODER da CONFIANÇA é SUPERIOR a qualquer outro que você tenha conhecido.
A CONFIANÇA lhe dá valor para SUPERAR seus temores .
Ela lhe dá FORÇA para LUTAR.
Ânimo para não se render.
A CONFIANÇA lhe dá aquilo de que você precisa para se transformar em uma PESSOA VENCEDORA.
Todas as PESSOAS DE SUCESSO tem fé em ALCANÇAR suas próprias METAS.
PORQUE ACREDITAM QUE PODEM.
E assim, conseguem aquilo a que se propõem.
SE TROPEÇAM, VOLTAM A FICAR DE PÉ.
E quanto mais baixo caem, mais alto se LEVANTAM depois.
Porque não importa o que lhe acontece, mas como você REAGE diante do que lhe acontece.
Não perca mais tempo. ESQUEÇA seus velhos temores.
Em seu interior há um DESEJO INTENSO que o leva a ALCANÇAR SEUS SONHOS.
Encontre seu OBJETIVO e confie em sua pontaria.
Se ACREDITAR em você mesmo, você vai acertar justo no alvo.
TENTE conseguir aquilo que deseja.
VÁ ATRÁS de deus SONHOS.
Porque se você puder acreditar, TUDO SERÁ POSSÍVEL.
Dr. Durval Luz.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011

O POVO. . .

O POVO. . . .

As fantasias criadas por nossa imaginação, muitas das vezes esbarram em realidades perversas, foi o que aconteceu comigo. Vi na TV na noite de ontem, o trabalho humanitário de uma equipe que recolhia moradores de rua, a fim de dar-lhes melhor assistência. Fiquei feliz, as fantasias começaram a surgir. Enfim a prioridade no emprego do dinheiro público atendendo as necessidades do povo.

Acordei de madrugada sentindo muito frio, havia esquecido a janela aberta, fechei-a e voltei para cama, protegido pelo edredom adormeci.

Acordei na hora normal de ir trabalhar, tomei meu café e desci para a garagem, peguei meu carro e comecei minha longa jornada diária. O tráfego estava lento, chovia e o frio continuava. No meio do primeiro túnel paramos. Olhando para o lado vi uma mulher ajeitando a roupa do filho que devia ter uns 4 ou 5 anos. Imaginei, haviam acordado naquele momento, a cama uns pedaços de papelão, a coberta dois sacos de linhagem. Assim começava o dia daqueles dois seres tão humanos quanto eu. Baixou-me naquele momento uma angústia enorme um sentimento de culpa. Eu estava alimentado. Agasalhado e sentado confortavelmente no meu carro. O tráfego já fluía normal, liguei o rádio do carro no instante que o locutor informava que seria proibido o tráfego próximo ao Sambódromo porque o mesmo seria implodido para a construção de um maior. Já haviam demolido o Maracanã para construir outro Maracanã, quanto dinheiro investido. Sem dúvida o divertimento é importante, porém mais importante é aumentar a infraestrutura para dar mais assistência a tantas mães e filhos, abandonados como eu vi hoje.

Daí a frustração, a realidade perversa, pensei, quantas mães e filhos sofrendo , passando fome, doentes, precisando daquele dinheiro. E aquela criança? Que futuro? Abrem-se os jornais, assistem-se as TVs, e lá estão os políticos nas brigas por aumento de seus salários, brigando por automóveis, e o que é pior, disputando cargos em troca de apoio para que os governos sempre tenham aprovadas as leis que lhes interessam.

O povo? Não interessa a sua vontade, não interessa se as leis em disputa são em seu benefício. O povo é massa de manobra. A maioria do povo agredida na sua dignidade, não tendo outra saída e precisando viver, eu sei, sujeita-se a estes predadores da política. O poder encanta, ser o dono da caneta é o sonho da grande maioria dos políticos.

Dr. Durval Luz.

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

PUNIÇÃO SEVERA . . .

PUNIÇÃO SEVERA . . .

A constituição no seu Artigo 153 parágrafo 1º, diz: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de sexo, raça, trabalho, credo religioso e convicções políticas. Será punido pela lei o preconceito de raça.” Daí o que me inspirou para a minha firme convicção da igualdade de direitos.

Por isto sinceramente não entendi até agora as autoridades, concedendo aos negros e índios percentuais em vagas nas faculdades e agora nos concursos públicos. Não estariam eles agredindo a Constituição? Eu sou radicalmente contra qualquer discriminação ao ser humano. Defendo que todos tenham as mesmas oportunidades. Que as autoridades cumpram o que a Constituição estabelece contra os preconceituosos, punição severa.

Com essas medidas, adoção de vagas, eles estão dizendo que existe efetivamente diferença entre os seres humanos, por isto “aqueles” precisam de uma proteção. Não será isto puro preconceito? E aqueles que tiverem obtido grau superior a um negro ou índio que estejam dentro dos 20%, e não foram classificados? Vão entender? Não se sentirão prejudicados? Como ficam?

A História nos mostra a grandeza de um Gandhi, de cor amarela, na independência da Índia; de um Martin Luter King, de cor negra, na defesa dos direitos humanos nos Estados Unidos da América; de um Haité Selassie, de cor parda, que abole a escravatura na Etiópia; de uma princesa Izabel, de cor branca, que abole a escravatura no Brasil. Podemos observar nestas citações que abrangem a maioria dos continentes a vontade de libertar o ser humano das amarras dos preconceitos.

A História também nos mostra na Europa, no tempo da Segunda Guerra Mundial, a maldade de um Hittler, de cor branca, nos campos de concentração e no holocausto.

Então concluímos que só com honestidade de propósito e com amor ao próximo, e consciente de que os valores morais devem superar qualquer outro conceito na escolha dos melhores, é que se acabará com estes constrangimentos e com essas medidas que postas em prática certamente acirrarão ânimos e nos farão sentir o sabor acre da desesperança.



Dr. Durval Luz.


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segunda-feira, 6 de junho de 2011

FAZER JUSTIÇA

FAZER JUSTIÇA
                        Somente as sociedades conscientizadas que devem se dar às mãos para vencer as adversidades que sempre existem em todas as comunidades, conseguirão manter seus cidadãos unidos.
                        Vamos entender, sem qualquer coloração partidária ou antipatias pessoais, que devemos prestigiar qualquer iniciativa que vise os interesses da população, mesmo quando esta iniciativa for questionada ou demore a ser realizada por motivos alheios a vontade de todos. O caso da geração de empregos na fábrica da Cascata, sonhada por muitos é o exemplo.
                        Procuramos tomar conhecimento da tramitação do processo como integrante da sociedade de moradores do bairro, e sentimos honestidade de propósito das autoridades envolvidas em servir ao povo do município de uma maneira geral e em especial aos moradores da comunidade que já foram funcionários da fábrica. Ninguém em sã consciência será leviano a ponto de se expor ao ridículo e a execração popular propondo planos irrealizáveis.
                        Por isto, no meu entender, foi legítima a informação do projeto ao povo através de faixas e discursos. Já escrevi, não vamos praticar o oposicionismo, ou seja, a oposição sistemática, oposição que se faz visando o interesse próprio ou partidário, prevalecendo sobre o interesse comum. Não o pratiquemos, sejamos todos do mesmo lado, do lado do que é bom para o povo. Para isto devemos superar vaidades, políticas partidárias e outros fatores que desequilibram qualquer iniciativa que vise à consecução desta vontade que é servir o povo.
                        Eu ainda espero chegar o dia em que fazer Política é fazer justiça em todos os setores.
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quinta-feira, 26 de maio de 2011

INDICAR.

Estado do Rio de Janeiro
CÂMARA MUNICIPAL DE PARACAMBI

INDICAÇÃO              001 / 2009
Autor: Vereador Durval Mutran Luz
Assunto: Construção de casas populares

            Durval Mutran Luz, vereador com assento nesta casa Legislativa, membro da bancada do PMDB., Usando das atribuições que lhe confere o mandato e após os trâmites regimentais, vem:

INDICAR ao Excelentíssimo Senhor Prefeito Municipal de Paracambi, a construção de casas populares no bairro do Guarajuba, neste Município, em área a ser escolhido pelo Executivo local.

Justificativa
            A propositura em tela visa dar condições ao Poder Executivo Municipal em efetuar a construção de casas populares no bairro do Guarajuba, em parceria ou através de convênios com o governo federal/estadual, com o intuito de dar conforto aquelas pessoas de menor renda familiar.
            Pelo exposto, nada mais justo que o Prefeito Municipal atenda esta reivindicação que é mais do que justa e necessária, pois visa exclusivamente o bem estar de nossa coletividade.

Paracambi, 16 de fevereiro de 2009.

Vereador Durval Mutran Luz.

CMP/GP/Ofício n°. 219/2009

Estado do Rio de Janeiro
CÂMARA MUNICIPAL DE PARACAMBI
Gabinete da Presidência

Paracambi, 25 de maio de 2009.

CMP/GP/Ofício n°. 219/2009
Assunto: Expediente (Encaminha)

            Exmo. Sr. Presidente:

            Em atenção ao requerimento verbal de autoria do Vereador Durval Mutran Luz, apresentado na sessão plenária ordinária do dia 21 de maio do corrente ano, dirijo-me a Vossa Excelência, a fim de solicitar a interveniência dessa Câmara Municipal, para que juntos possamos reivindicar melhorias para a Estrada RJ 127, a qual é via de acesso aos Municípios de Paracambi, Engenheiro Paulo de Frontin, Mendes e Vassouras.
            Sem mais para o momento, renovo a Vossa Excelência meus protestos de apreço e distinta consideração.

Atenciosamente.

Ao.
Exmo.Sr.
Eni Ferreira de Andrade
Presidente da Câmara de Mendes.
Rua Alberto Torres, 66, Centro.
Mendes/RJ Cep:26700-000

CMP/GP/Ofício n°. 135/2010

Estado do Rio de Janeiro
CÂMARA MUNICIPAL DE PARACAMBI
Gabinete da Presidência

Paracambi, 06 de maio de 2010.

CMP/GP/Ofício n°. 135/2010
Assunto: Expediente (Encaminha)

            Prezado Secretário Municipal,
           
            Em atenção ao requerimento verbal de autoria do Vereador Durval Mutran Luz, apresentado na sessão plenária ordinária do dia 04 de maio do corrente ano, dirijo-me a Vossa Senhoria, para solicitar, a colocação de quebra-molas, Rua Cipriano Rodrigues Cabral, no bairro do Amapá, a fim de atender reivindicação de moradores.
            Sem mais para o momento, renovo a Vossa Senhoria meus protestos de apreço e distinta consideração.

Atenciosamente.

Ao.
Ilmo.Sr.
Marcio Antônio Rodrigues Alves
Secretário Municipal de Trânsito e Transporte

CMP/GP/Ofício n°. 112/11

Estado do Rio de Janeiro
CÂMARA MUNICIPAL DE PARACAMBI
Gabinete da Presidência

Paracambi, 18 de abril de 2011.
CMP/GP/Ofício n°. 112/11
Assunto: Expediente(faz)

            Prezado Senhor Secretário,
           
            Em atenção a requerimento verbal de autoria do vereador Durval Mutran Luz, apresentado da tribuna da Câmara Municipal na sessão plenária ordinária do dia 14 de abril do corrente ano, dirijo-me a Vossa Senhoria com base na portaria n° 094/10 do Executivo Municipal, para solicitar das secretarias competentes o seguinte:
a)     Que a Secretaria Municipal de Transportes proceda a uma fiscalização a respeito das vagas dos taxistas, pois nos finas de semana veículos particulares estacionam nos pontos de táxis, o que causa um transtorno no trânsito da Cidade;
b)     Reiterou junto a Secretaria Municipal de Obras a pavimentação da Rua Bruno José Gonçalves, em virtude do crescimento do bairro da Cascata;
c)      Reiterou junto a Secretaria Municipal de Saúde o cumprimento da lei municipal n° 595/2001, de autoria do ex-vereador Ipojucan Garcia de Andrade, que institui o plantão diário de 24 horas para as farmácias e drogarias estabelecidas no município;
d)     Que a municipalidade entrasse em contato com a Light, visando um novo estudo para recuar alguns postes que estão muito próximo às curvas, no bairro da Cascata, colocando em risco a vida de pessoas que trafegam em seus veículos e motos;
e)     Que a Light numerasse todas as residências das respectivas ruas do bairro Bom Jardim, para facilitar a entrega de correspondências daqueles moradores;

Sem mais para o momento, reitero a Vossa Senhoria protestos de alta estima e distinta consideração.

Ilmo. Sr.
Pedro Authur Tregne
Secretário Municipal de Relações Institucionais

CMP/GP/Ofício n°. 098/11

Estado do Rio de Janeiro
CÂMARA MUNICIPAL DE PARACAMBI
Gabinete da Presidência

Paracambi, 07 de Abril de 2011.
CMP/GP/Ofício n°. 098/11
Assunto: Expediente (faz)

Senhor Prefeito Municipal,
           
            Em atenção a requerimento verbal de autoria do vereador Durval Mutran Luz, apresentado da tribuna da Câmara Municipal na sessão plenária ordinária do dia 05 de abril do corrente ano, dirijo-me a Vossa Excelência com a finalidade de solicitar que determine as Secretarias de Saúde e Meio Ambiente para que façam uma visita na Rua Beraldo Sacchi, próximo a uma oficina clandestina na subida da Barreira, onde há um terreno baldio com probabilidade de focos do mosquito da dengue.
            O nobre Edil parabenizou a Vossa Excelência, o Secretário Municipal de Planejamento e Sr. Willian, pelo belo trabalho de terraplanagem no bairro Bom Jardim, eliminando assim, poças de água que se acumulavam naquele logradouro.
            Sem mais para o momento, reitero a Vossa Excelência protestos de alta estima e distinta consideração.

Atenciosamente.

Exmo.Sr.
Tarciso Gonçalves Pessoa
Prefeito Municipal de Paracambi

segunda-feira, 23 de maio de 2011

RESPONSABILIDADE . . .

RESPONSABILIDADE . . .
                        A responsabilidade de quem se propôs a tratar de doente mental, principalmente oriundo das classes mais desprotegidas da nossa sociedade, dentro de minha concepção, não termina quando ele tem alta. Ela vai além. É necessário que se conheça para onde ele vai, quem vai tratá-lo, se tem condições de atender o mínimo de suas necessidades, ou seja, dar os remédios nas horas certas, observar seu comportamento, não deixar que sofra discriminação não o expondo a curiosidades dos outros. Sua casa ou outra instituição qualquer, tem que ser sempre a continuidade do tratamento que tinha no Hospital.
                        Houve um caso que caracteriza bem o que foi dito acima. A mãe de um paciente me procurou e pediu dinheiro para a passagem dos dois, ela ia levar o filho que teve alta. Ao receber o dinheiro, me disse: “Ele vai voltar, pois não haverá um prato de comida para ele em casa.” Chamei um enfermeiro e mandei levar os dois na ambulância e que verificasse o que ela dissera. Voltando, o enfermeiro relatou-me o que vira. Ela não dissera tudo, não contou a miséria em que viviam. Dormiam cinco pessoas na casa, que só tinha um cômodo. Aí dormiam, cozinhavam e num dos cantos atrás de uma cortina de plástico, um vaso sanitário, o chuveiro e uma pia. Este foi o palacete descrito. Todos da casa trabalhavam, o paciente ficava amarrado até chegarem de volta de seus afazeres. Dia seguinte o paciente voltou. Palavras dele: “Que bom, aqui vou comer bem, não vão me chamar de maluco, só é ruim porque vou ter que tomar remédio.”
                        A responsabilidade também abrange a escolha dos profissionais que vão assistir aos pacientes. Nestes trinta e cinco anos de Hospital, vivendo o dia-a-dia deles, ou seja, internado com eles. Já ouvi a muitos horrores como o de um profissional dizendo: “Estes pacientes são muito chatos, já me encheram.” Onde estão a paciência e o respeito ao paciente, que deveriam ser intrínsecos nele?
                        A responsabilidade em não permitir que se use o sofrimento e a dor de alguém para fins lucrativos ou fazer política.
                        E por último, a responsabilidade de trabalharmos juntos, os prestadores dos serviços e as autoridades envolvidas, com total isenção de ânimos numa autêntica e verdadeira parceria, voltada única e exclusivamente para o benefício do paciente. Pensamos que em saúde, só o melhor é aceitável.

Dr. Durval Luz.
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segunda-feira, 16 de maio de 2011

O HOSPITAL PARACAMBI

O HOSPITAL PARACAMBI
                É necessário conhecer-se mais que a parte técnica e a planta física do Hospital Paracambi para entender-se seu objetivo principal, que é melhorar continuadamente o tratamento do paciente. Por isto quando idealizada sua planta física, excluiu-se o estilo monobloco, onde todos os setores como: enfermarias, terapia ocupacional, consultórios médicos, psicologia, assistência social, refeitório etc..., ficavam contíguos, dificultando aos pacientes sua deambulação, sua orientação no espaço e tornando mais constantes os atritos. Escolheu-se então agrupar as atividades afins em prédios e localizá-los separadamente, propiciando ao paciente deambular e orientar-se livremente, dando com isto, um sentido terapêutico à área física do Hospital.
                Perseguindo a idéia de sempre melhorar, o Hospital através de sua direção técnica, não vê só a parte mental do paciente, o vê globalmente, para isto o nosso quadro clínico tem especialistas em clínica geral, ginecologia, cardiologia, odontologia, otorrinolaringologia e fisioterapia.
                Tem sido assim desde o seu início até o presente. Nossa história comprova a seriedade de nossos trabalhos e a honestidade de nossos propósitos. Não fosse assim, o antigo INAMPS nos idos de 1986, quando só internávamos homens, não nos havia solicitado adequarmo-nos para receber mulheres do Hospital psiquiátrico de Coroa Grande que rescindiu seu contrato. Não teria solicitado também, recebermos pacientes mulheres do Hospital de Vargem Alegre que havia fechado. Por isto ele é no Estado, referência em Psiquiatria.
                Temos certeza que não somos perfeitos, porém, como já dissemos anteriormente, face ao trabalho que desenvolvemos aqui, sensibilizou a quem de direito, recorrer a nós numa parceria sadia, a ajudar num momento difícil quando da suspensão das internações no Hospital Dr. Eiras e recentemente no atendimento a pacientes de longa permanência, também vindos daquela mesma instituição.
                Disseram que: “havia muita facilidade em se internar no Hospital Paracambi”, até hoje não sabemos qual sentido que se quis dar a essa “facilidade”: primeiro – o Hospital não interna por conta própria, os pacientes são encaminhados ao Hospital através da Central de Regulação Centro-Sul Fluminense, segundo – não se trata de facilitar ou não, trata-se de um ser humano que veio à busca de tratamento e de tê-lo o mais rápido possível. Se foi constatado pelo médico a necessidade de interná-lo e havendo vaga, será internado com a maior das facilidades, com maior respeito a sua dignidade e com amor. A ética é medular nos nossos profissionais.
                Entretanto por não interessar, não disseram que há muito respeito pelo ser humano, não disseram o trabalho comunitário que o Hospital desenvolve, não disseram que o Hospital é o ponto de apoio dos moradores do bairro onde está situado, não só pelo atendimento médico, como também pelo uso de suas instalações no que concerne a condução, lazer, remédios, empregos, etc... Não disse que esta relação é benéfica ao paciente. É a sociedade vindo ao Hospital.
                Soma-se “ao conhecer-se mais do Hospital Paracambi” o entrosamento carinhoso e familiar que existe entre toda a população do Hospital, pacientes, profissionais e a direção em geral.
                Não nos constrange falar das coisas que o Hospital faz, como o caso do rapaz do Morro do Alemão que veio para o Hospital através de um pedido de um apresentador de televisão e outros que estão internados sem ônus para o SUS. Faz-se não por favor e sim pela obrigação social que todos devemos ter uns com os outros. É muito comum dar ênfase aos eventuais erros alheios a nossa vontade, como também é difícil enaltecer os acertos.

Dr. Durval Luz
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segunda-feira, 9 de maio de 2011

O QUE SE QUIS DIZER COM ISTO?

O QUE SE QUIS DIZER COM ISTO?

Abre, enfim, o caderno. Vê a folha em branco. As linhas simétricas, repetidas, certas, infalíveis. Uma seqüência evidente e vazia. A folha está em branco, as linhas nada têm escrito. Há apenas, um enorme vazio na folha em branco. Folheia, então, com mãos nervosas, o resto do caderno. E encontra, em todas as suas folhas, as linhas simétricas, repetidas, certas, infalíveis. A mesma seqüência evidente e vazia, das folhas em branco. Um enorme vazio. Um enorme vazio que ele sabe, que ele sente que é chegado o momento de preencher. Não é justo que tudo se acabe assim, tão branco, tão cheio de linhas, linhas simétricas, linhas sempre repetidas, em folhas tão vazias. É preciso escrever. Encher aquelas folhas tão vazias. Preencher o vazio. Não deixar as folhas em branco. Mas o que, meu Deus, o que escrever afinal? Como encher, enfim, aquelas linhas todas, simétricas, repetidas, certas, infalíveis? Como preencher aquelas folhas todas em branco? Havia tanto o que dizer e, ao mesmo tempo, parecia-lhe inteiramente desnecessário dizer alguma coisa. De repente, parecia-lhe que o mais certo seria mesmo deixar aquelas folhas todas em branco. Por que preenchê-las afinal? Por que manchar a simetria, a seqüência, a infalibilidade daquelas linhas todas, que, de tão certas, não precisavam de letras, de palavras, de frases, de desculpas, enfim, para que se atingisse um fim obrigatório e normal? As folhas em branco seriam passadas, uma a uma, as linhas continuariam simétricas, repetidas, certas, infalíveis, até a última folha em branco. Até a última linha vazia. Então o caderno teria acabado e o vazio seria claro e evidente. Mas parecia-lhe covarde agir assim. Não deixaria resposta alguma. Não ficaria qualquer explicação. E era egoísta e quase brutal, até mesmo injusto, legar aos outros o mesmo vazio que recebera. Pensou em Deus, então. Aquele Deus que aprendera a respeitar, desde a infância, aquele Deus por quem chamara a vida inteira, e que estava certo ficara alheio às suas súplicas. Mas, ainda assim, diante daquelas folhas em branco, que ele sentia necessário preencher com alguma palavra, com qualquer mensagem, para impedir que o vazio persistisse, que o nada o acompanhasse para sempre, ainda assim, mesmo que aquele Deus, por quem tanto clamara, jamais lhe tivesse atendido as súplicas, ainda assim, resolveu recorrer a ele naquele instante, naquele momento de sua vida, tão mais vazio do que qualquer outro.

Dr. Durval Luz.
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segunda-feira, 25 de abril de 2011

REPETITIVO . . .

REPETITIVO . . .

Desculpem-me se sou repetitivo nas minhas críticas a maioria dos políticos. Pode parecer a muita gente que eu me ache o perfeito, mas não sou nada disto, sou igual a todo mundo, cheio de defeitos e virtudes, cheio de raivas e perdões, cheio de muita coisa ruim. Entretanto, consciente que devo brigar comigo mesmo para me compromissar com os valores que devem reger todo o ser humano e para encontrar a paz interior que me fará aceitar o próximo como ele deve ser respeitado.
A maioria dos políticos procura se eleger não para trabalhar em proveito da sociedade e sim como emprego para si e pensando nas possibilidades de se fazer.
Os jornais e as televisões mostram o quanto o povo sofre para ser atendido nas instituições de saúde. Quantas crianças deixam os bancos escolares por não ter condições de estudo, face a desnutrição. E os políticos alheios a isto tudo, como agora no Rio de Janeiro, se dão aumento de 62%.
Perguntei a um político o que representavam as palavras da sigla do seu partido, não me respondeu, não sabia, entretanto falou-me preocupado que iria trocar de partido para poder se reeleger.
Abrem-se os jornais e vê-se políticos preocupados, não com a filosofia e os projetos para beneficiar o povo e sim em ser oposição sistemática, quando não, criando partidos para aumentar as possibilidades de se eleger.
O cúmulo aconteceu quando os políticos reivindicando mudanças nos horários de expediente de uma casa legislativa, face ao calor que no verão é insuportável de se trabalhar, como se não houvesse ar condicionado em toda a repartição.
Enquanto isto, o povão que trabalha na rua, que se rale.
Reconheço, existem Políticos, por isto o “P” maiúsculo, que são responsáveis e sabem para que foram eleitos. Meus respeitos a estes.
Sou repetitivo porque desejo acordar consciências, se conseguir despertar uma, me dou por satisfeito, porque sei que ela também será repetitiva.
                                                   Dr. Durval Luz. 
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quinta-feira, 21 de abril de 2011

FELIZ PÁSCOA.

" A PÁSCOA NÃO SE RESUME A LEMBRAR A MORTE E O SACRIFÍCIO DE CRISTO, MAIS É TAMBÉM UMA CELEBRAÇÃO, DE ALEGRIA PELA RESSURREIÇÃO. DESEJO. . . . QUE A COMUNHÃO E A PAZ SEJAM ABUNDANTES NOS VOSSOS CORAÇÕES QUE CRISTO ESTEJA SEMPRE VIVO EM SUA VIDA."

FELIZ PÁSCOA.

DR. DURVAL LUZ.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Lei Municipal N° 595, de 23 de Agosto de 2001

Estado do Rio de Janeiro
Município de Paracambi
Gabinete do Prefeito
Lei Municipal N° 595, de 23 de Agosto de 2001
Institui o Sistema de Plantão diário de 24 horas para as farmácias e drogarias estabelecidas no Município de Paracambi e dá outras providências – Autor: Vereador Ipojucan Garcia de Andrade.
Artigo 1° - Fica instituído o sistema de plantão diário de 24 (vinte e quatro) horas, para as farmácias e drogarias estabelecidas no Município de Paracambi.
Artigo 2° - Os referidos estabelecimentos comerciais manterão entre si, o respectivo rodízio, visando atender o disposto da presente Lei.
Artigo 3° - Os estabelecimentos comerciais fixarão em locais visíveis ao público as respectivas escalas de plantão.
Artigo 4° Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a regulamentar as sanções cabíveis em caso de descumprimento da presente Lei, o prazo de 60 (sessenta) dias.
Artigo 5° - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Gabinete do Prefeito, 3 de setembro de 2001.
Câmara Municipal de Paracambi
Protocolado sob o n° 118/01
Em, 06/09/01
OBS: Lei de autoria do Ex Vereador Ipojucan Garcia de Andrade, onde estou trabalhando e brigando para que tal lei seja cumprida, pois acho necessário e de muita urgência que tenha uma Farmácia ou Drogaria aberta 24 horas por dia em nosso Município em sistema de rodízio.  

Boas noticias na Cascata e na inauguração da feira solidária

Boas noticias na Cascata e na inauguração da feira solidária
Após assistir ao culto de Ação de Graças, na Cascata o prefeito Tarciso assinou o contrato com o empresário Jorginho que assumiu o compromisso de criar 500 empregos até dezembro desse ano e 1200 até o ano de 2012, só peço paciência ao meu povo porque estou na metade de meu governo vou cumprir tudo que falei. (acrescentou o prefeito). O prefeito Tarciso acompanhado do vice Guilherme Leal, dos vereadores Chambarelli, Geraldo "Gaguinho" e Durval; dos secretários municipais, dos representantes dos produtores rurais, do gerente do Banco do Brasil (ag. Paracambi) e da Gerente geral de comercialização da UNACOOP, Sra. Margarete, inaugurou a 1ª Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária, em Paracambi, no dia 9 de abril, na Avenida dos Operários.
Situada no Pavilhão 30 da CEASA-RIO, a UNACOOP, através da Sra. Margarete, vem realizando palestras com os produtores rurais de Paracambi e orientando-os para a comercialização de seus produtos e incentivando-os ao credenciamento para créditos rurais, com apoio do Banco do Brasil de Paracambi e do seu gerente, Sr. Jeriel. Os produtos seguirão os seguintes canais de comercialização: Pavilhão 30/ CEASA-RIO; PAA CONAB - Doação Simultânea; Compra direta Local e Merenda Escolar em Paracambi.
A feira contou também com a presença de artesãs do município, através do projeto "Paracambi feito a mão".
O prefeito Tarciso e sua comitiva de autoridades, tão logo chegou à Avenida dos Operários, cumprimentou um a um dos componentes da feira e da Guarda Municipal e moradores do município.
No discurso de inauguração, em que falaram o presidente da Câmara Municipal, vereador Chambarelli, vereador Durval, Gerente do Banco do Brasil, Jeriel; Margarete (UNACOOP); e representantes de movimentos rurais, o prefeito Tarciso deu a boa notícia: Já vão ser liberados 2 milhões de reais, para obras nos bairros rurais de Paracambi:

“Após mais de um ano de luta, o projeto saiu do papel e vai ser licitado dia 27 de abril. No dia 25, virão os empresários que farão uma visita técnica. São José, Saudoso e Mutirão, estão no projeto. Acredito que até o final de maio, já iniciaremos as obras. A data de hoje é um marco, para todos os movimentos rurais que poderemos fazer em nosso município, para que possamos pagar a dívida que temos com o nosso povo rural. Não só no nosso município, mas no nosso Estado e na nossa Nação. Podem contar com a prefeitura e a Câmara Municipal de Paracambi e saibam que aqui têm um companheiro que vai caminhar nessa estrada, junto com vocês, e que Deus ilumine a todos nós nesta caminhada", encerrou.
Em seguida, a Feira apresentou várias atrações, entre elas: Dança de rua; teatro, com o grupo COMUNICARTE; Moda de viola; Baile da Terceira Idade; Apresentação de orquestra do Núcleo Villas Lobos; Grupo folclórico "Quilombolas da Marambaia"; Palestra sobre caminhadas na Natureza; Chorinho; entre outras.

terça-feira, 5 de abril de 2011

RESPEITO . . .

RESPEITO . . .

Em 1945, quando fui buscar um avião para nossa Força Aérea na América do Norte, tive uma decepção muito grande ao entrar em um ônibus e ver na porta um aviso que dizia: “as duas últimas fileiras de assentos são para negros”. Revoltei-me, como um país tão desenvolvido, uma potência mundial, permitia tanta discriminação entre seu povo. Passados os anos, voltei aos Estados Unidos e surpreendi-me ao ver que os avisos discriminatórios já não existiam mais, estava crescendo no povo o sentido humanitário que todos nós devemos ter. Somos todos iguais.
E agora, dando uma lição ao mundo, elege para seu presidente um negro. Sempre fui radicalmente contrário a qualquer tipo de discriminação, tanto na cor da pele, quanto na preferência sexual. Recentemente tivemos uma prova da irracionalidade de um deputado federal, em uma declaração imbecil de discriminação, deu mais uma prova da existência de péssimos políticos que se dizem representantes do povo e não passam de grandes enganadores, como é o caso deste deputado. Para nossa tranqüilidade e paz vamos esquecer que existe cor da pele, homossexualismo, e não vamos estabelecer cotas para este ou aquele tipo de gente, vamos acabar com os movimentos contra ou a favor de qualquer tipo de discriminação, simplesmente vamos viver nos respeitando mutuamente.
Já escrevi que somente nos dando as mãos conseguiremos vencer as adversidades que existem em todas as comunidades, principalmente as desigualdades sociais e as discriminações.
Traria como exemplo, um Paracambiense que pela sua estória, seria orgulho se pertencesse a outras terras. Ressaltamos o saudoso Pastor Agostinho Valério de Souza, que com seu carisma, personalidade e amor ao próximo ajudou nos fundamentos morais de seu município. Ele era negro.

Dr. Durval Luz.
Facebook: Durval Mutran Luz

domingo, 3 de abril de 2011

DESENVOLVIDO?

DESENVOLVIDO?
O Brasil é um país em desenvolvimento, é o que se apregoa a todo o momento. A economia crescendo, a indústria produzindo, o mercado abastecido em produtos manufaturados e também em gêneros alimentícios.
Entretanto não falam do desenvolvimento do ser humano (antes falava-se do homem, agora com a emancipação das mulheres do qual eu sou apologista, a mulher deve sim romper os grilhões aos quais sempre esteve acorrentada).
Quando vamos atingir este desenvolvimento?
O ser humano é o ponto de partida para tudo, porém sem saúde e sem estudo é um zero a esquerda. Só ele pode endireitar o Brasil. E aí cabe o que li na revista ROTARY CLUB de Paracambi.
Consertando o mundo
Um cientista, muito preocupado com os problemas do mundo, passava dias em seu laboratório, tentando encontrar meios de melhorá-los.
Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança.
De repente deparou-se com o mapa do mundo. Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:
_ Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!
Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o mapa. Passados alguns minutos, ouviu o filho chamando-o calmamente. A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade conseguir recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança.
Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz? Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?
_ Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel do jornal para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. . .
Quando consegui consertar o homem, virei à folha, e vi que havia consertado o mundo!”
Que beleza de lição!

Dr. Durval Luz.
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