quinta-feira, 26 de maio de 2011

INDICAR.

Estado do Rio de Janeiro
CÂMARA MUNICIPAL DE PARACAMBI

INDICAÇÃO              001 / 2009
Autor: Vereador Durval Mutran Luz
Assunto: Construção de casas populares

            Durval Mutran Luz, vereador com assento nesta casa Legislativa, membro da bancada do PMDB., Usando das atribuições que lhe confere o mandato e após os trâmites regimentais, vem:

INDICAR ao Excelentíssimo Senhor Prefeito Municipal de Paracambi, a construção de casas populares no bairro do Guarajuba, neste Município, em área a ser escolhido pelo Executivo local.

Justificativa
            A propositura em tela visa dar condições ao Poder Executivo Municipal em efetuar a construção de casas populares no bairro do Guarajuba, em parceria ou através de convênios com o governo federal/estadual, com o intuito de dar conforto aquelas pessoas de menor renda familiar.
            Pelo exposto, nada mais justo que o Prefeito Municipal atenda esta reivindicação que é mais do que justa e necessária, pois visa exclusivamente o bem estar de nossa coletividade.

Paracambi, 16 de fevereiro de 2009.

Vereador Durval Mutran Luz.

CMP/GP/Ofício n°. 219/2009

Estado do Rio de Janeiro
CÂMARA MUNICIPAL DE PARACAMBI
Gabinete da Presidência

Paracambi, 25 de maio de 2009.

CMP/GP/Ofício n°. 219/2009
Assunto: Expediente (Encaminha)

            Exmo. Sr. Presidente:

            Em atenção ao requerimento verbal de autoria do Vereador Durval Mutran Luz, apresentado na sessão plenária ordinária do dia 21 de maio do corrente ano, dirijo-me a Vossa Excelência, a fim de solicitar a interveniência dessa Câmara Municipal, para que juntos possamos reivindicar melhorias para a Estrada RJ 127, a qual é via de acesso aos Municípios de Paracambi, Engenheiro Paulo de Frontin, Mendes e Vassouras.
            Sem mais para o momento, renovo a Vossa Excelência meus protestos de apreço e distinta consideração.

Atenciosamente.

Ao.
Exmo.Sr.
Eni Ferreira de Andrade
Presidente da Câmara de Mendes.
Rua Alberto Torres, 66, Centro.
Mendes/RJ Cep:26700-000

CMP/GP/Ofício n°. 135/2010

Estado do Rio de Janeiro
CÂMARA MUNICIPAL DE PARACAMBI
Gabinete da Presidência

Paracambi, 06 de maio de 2010.

CMP/GP/Ofício n°. 135/2010
Assunto: Expediente (Encaminha)

            Prezado Secretário Municipal,
           
            Em atenção ao requerimento verbal de autoria do Vereador Durval Mutran Luz, apresentado na sessão plenária ordinária do dia 04 de maio do corrente ano, dirijo-me a Vossa Senhoria, para solicitar, a colocação de quebra-molas, Rua Cipriano Rodrigues Cabral, no bairro do Amapá, a fim de atender reivindicação de moradores.
            Sem mais para o momento, renovo a Vossa Senhoria meus protestos de apreço e distinta consideração.

Atenciosamente.

Ao.
Ilmo.Sr.
Marcio Antônio Rodrigues Alves
Secretário Municipal de Trânsito e Transporte

CMP/GP/Ofício n°. 112/11

Estado do Rio de Janeiro
CÂMARA MUNICIPAL DE PARACAMBI
Gabinete da Presidência

Paracambi, 18 de abril de 2011.
CMP/GP/Ofício n°. 112/11
Assunto: Expediente(faz)

            Prezado Senhor Secretário,
           
            Em atenção a requerimento verbal de autoria do vereador Durval Mutran Luz, apresentado da tribuna da Câmara Municipal na sessão plenária ordinária do dia 14 de abril do corrente ano, dirijo-me a Vossa Senhoria com base na portaria n° 094/10 do Executivo Municipal, para solicitar das secretarias competentes o seguinte:
a)     Que a Secretaria Municipal de Transportes proceda a uma fiscalização a respeito das vagas dos taxistas, pois nos finas de semana veículos particulares estacionam nos pontos de táxis, o que causa um transtorno no trânsito da Cidade;
b)     Reiterou junto a Secretaria Municipal de Obras a pavimentação da Rua Bruno José Gonçalves, em virtude do crescimento do bairro da Cascata;
c)      Reiterou junto a Secretaria Municipal de Saúde o cumprimento da lei municipal n° 595/2001, de autoria do ex-vereador Ipojucan Garcia de Andrade, que institui o plantão diário de 24 horas para as farmácias e drogarias estabelecidas no município;
d)     Que a municipalidade entrasse em contato com a Light, visando um novo estudo para recuar alguns postes que estão muito próximo às curvas, no bairro da Cascata, colocando em risco a vida de pessoas que trafegam em seus veículos e motos;
e)     Que a Light numerasse todas as residências das respectivas ruas do bairro Bom Jardim, para facilitar a entrega de correspondências daqueles moradores;

Sem mais para o momento, reitero a Vossa Senhoria protestos de alta estima e distinta consideração.

Ilmo. Sr.
Pedro Authur Tregne
Secretário Municipal de Relações Institucionais

CMP/GP/Ofício n°. 098/11

Estado do Rio de Janeiro
CÂMARA MUNICIPAL DE PARACAMBI
Gabinete da Presidência

Paracambi, 07 de Abril de 2011.
CMP/GP/Ofício n°. 098/11
Assunto: Expediente (faz)

Senhor Prefeito Municipal,
           
            Em atenção a requerimento verbal de autoria do vereador Durval Mutran Luz, apresentado da tribuna da Câmara Municipal na sessão plenária ordinária do dia 05 de abril do corrente ano, dirijo-me a Vossa Excelência com a finalidade de solicitar que determine as Secretarias de Saúde e Meio Ambiente para que façam uma visita na Rua Beraldo Sacchi, próximo a uma oficina clandestina na subida da Barreira, onde há um terreno baldio com probabilidade de focos do mosquito da dengue.
            O nobre Edil parabenizou a Vossa Excelência, o Secretário Municipal de Planejamento e Sr. Willian, pelo belo trabalho de terraplanagem no bairro Bom Jardim, eliminando assim, poças de água que se acumulavam naquele logradouro.
            Sem mais para o momento, reitero a Vossa Excelência protestos de alta estima e distinta consideração.

Atenciosamente.

Exmo.Sr.
Tarciso Gonçalves Pessoa
Prefeito Municipal de Paracambi

segunda-feira, 23 de maio de 2011

RESPONSABILIDADE . . .

RESPONSABILIDADE . . .
                        A responsabilidade de quem se propôs a tratar de doente mental, principalmente oriundo das classes mais desprotegidas da nossa sociedade, dentro de minha concepção, não termina quando ele tem alta. Ela vai além. É necessário que se conheça para onde ele vai, quem vai tratá-lo, se tem condições de atender o mínimo de suas necessidades, ou seja, dar os remédios nas horas certas, observar seu comportamento, não deixar que sofra discriminação não o expondo a curiosidades dos outros. Sua casa ou outra instituição qualquer, tem que ser sempre a continuidade do tratamento que tinha no Hospital.
                        Houve um caso que caracteriza bem o que foi dito acima. A mãe de um paciente me procurou e pediu dinheiro para a passagem dos dois, ela ia levar o filho que teve alta. Ao receber o dinheiro, me disse: “Ele vai voltar, pois não haverá um prato de comida para ele em casa.” Chamei um enfermeiro e mandei levar os dois na ambulância e que verificasse o que ela dissera. Voltando, o enfermeiro relatou-me o que vira. Ela não dissera tudo, não contou a miséria em que viviam. Dormiam cinco pessoas na casa, que só tinha um cômodo. Aí dormiam, cozinhavam e num dos cantos atrás de uma cortina de plástico, um vaso sanitário, o chuveiro e uma pia. Este foi o palacete descrito. Todos da casa trabalhavam, o paciente ficava amarrado até chegarem de volta de seus afazeres. Dia seguinte o paciente voltou. Palavras dele: “Que bom, aqui vou comer bem, não vão me chamar de maluco, só é ruim porque vou ter que tomar remédio.”
                        A responsabilidade também abrange a escolha dos profissionais que vão assistir aos pacientes. Nestes trinta e cinco anos de Hospital, vivendo o dia-a-dia deles, ou seja, internado com eles. Já ouvi a muitos horrores como o de um profissional dizendo: “Estes pacientes são muito chatos, já me encheram.” Onde estão a paciência e o respeito ao paciente, que deveriam ser intrínsecos nele?
                        A responsabilidade em não permitir que se use o sofrimento e a dor de alguém para fins lucrativos ou fazer política.
                        E por último, a responsabilidade de trabalharmos juntos, os prestadores dos serviços e as autoridades envolvidas, com total isenção de ânimos numa autêntica e verdadeira parceria, voltada única e exclusivamente para o benefício do paciente. Pensamos que em saúde, só o melhor é aceitável.

Dr. Durval Luz.
Facebook: Durval Mutran Luz
E-mail: drdurval.luz@hotmail.com

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O HOSPITAL PARACAMBI

O HOSPITAL PARACAMBI
                É necessário conhecer-se mais que a parte técnica e a planta física do Hospital Paracambi para entender-se seu objetivo principal, que é melhorar continuadamente o tratamento do paciente. Por isto quando idealizada sua planta física, excluiu-se o estilo monobloco, onde todos os setores como: enfermarias, terapia ocupacional, consultórios médicos, psicologia, assistência social, refeitório etc..., ficavam contíguos, dificultando aos pacientes sua deambulação, sua orientação no espaço e tornando mais constantes os atritos. Escolheu-se então agrupar as atividades afins em prédios e localizá-los separadamente, propiciando ao paciente deambular e orientar-se livremente, dando com isto, um sentido terapêutico à área física do Hospital.
                Perseguindo a idéia de sempre melhorar, o Hospital através de sua direção técnica, não vê só a parte mental do paciente, o vê globalmente, para isto o nosso quadro clínico tem especialistas em clínica geral, ginecologia, cardiologia, odontologia, otorrinolaringologia e fisioterapia.
                Tem sido assim desde o seu início até o presente. Nossa história comprova a seriedade de nossos trabalhos e a honestidade de nossos propósitos. Não fosse assim, o antigo INAMPS nos idos de 1986, quando só internávamos homens, não nos havia solicitado adequarmo-nos para receber mulheres do Hospital psiquiátrico de Coroa Grande que rescindiu seu contrato. Não teria solicitado também, recebermos pacientes mulheres do Hospital de Vargem Alegre que havia fechado. Por isto ele é no Estado, referência em Psiquiatria.
                Temos certeza que não somos perfeitos, porém, como já dissemos anteriormente, face ao trabalho que desenvolvemos aqui, sensibilizou a quem de direito, recorrer a nós numa parceria sadia, a ajudar num momento difícil quando da suspensão das internações no Hospital Dr. Eiras e recentemente no atendimento a pacientes de longa permanência, também vindos daquela mesma instituição.
                Disseram que: “havia muita facilidade em se internar no Hospital Paracambi”, até hoje não sabemos qual sentido que se quis dar a essa “facilidade”: primeiro – o Hospital não interna por conta própria, os pacientes são encaminhados ao Hospital através da Central de Regulação Centro-Sul Fluminense, segundo – não se trata de facilitar ou não, trata-se de um ser humano que veio à busca de tratamento e de tê-lo o mais rápido possível. Se foi constatado pelo médico a necessidade de interná-lo e havendo vaga, será internado com a maior das facilidades, com maior respeito a sua dignidade e com amor. A ética é medular nos nossos profissionais.
                Entretanto por não interessar, não disseram que há muito respeito pelo ser humano, não disseram o trabalho comunitário que o Hospital desenvolve, não disseram que o Hospital é o ponto de apoio dos moradores do bairro onde está situado, não só pelo atendimento médico, como também pelo uso de suas instalações no que concerne a condução, lazer, remédios, empregos, etc... Não disse que esta relação é benéfica ao paciente. É a sociedade vindo ao Hospital.
                Soma-se “ao conhecer-se mais do Hospital Paracambi” o entrosamento carinhoso e familiar que existe entre toda a população do Hospital, pacientes, profissionais e a direção em geral.
                Não nos constrange falar das coisas que o Hospital faz, como o caso do rapaz do Morro do Alemão que veio para o Hospital através de um pedido de um apresentador de televisão e outros que estão internados sem ônus para o SUS. Faz-se não por favor e sim pela obrigação social que todos devemos ter uns com os outros. É muito comum dar ênfase aos eventuais erros alheios a nossa vontade, como também é difícil enaltecer os acertos.

Dr. Durval Luz
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E-mail: drdurval.luz@hotmail.com

segunda-feira, 9 de maio de 2011

O QUE SE QUIS DIZER COM ISTO?

O QUE SE QUIS DIZER COM ISTO?

Abre, enfim, o caderno. Vê a folha em branco. As linhas simétricas, repetidas, certas, infalíveis. Uma seqüência evidente e vazia. A folha está em branco, as linhas nada têm escrito. Há apenas, um enorme vazio na folha em branco. Folheia, então, com mãos nervosas, o resto do caderno. E encontra, em todas as suas folhas, as linhas simétricas, repetidas, certas, infalíveis. A mesma seqüência evidente e vazia, das folhas em branco. Um enorme vazio. Um enorme vazio que ele sabe, que ele sente que é chegado o momento de preencher. Não é justo que tudo se acabe assim, tão branco, tão cheio de linhas, linhas simétricas, linhas sempre repetidas, em folhas tão vazias. É preciso escrever. Encher aquelas folhas tão vazias. Preencher o vazio. Não deixar as folhas em branco. Mas o que, meu Deus, o que escrever afinal? Como encher, enfim, aquelas linhas todas, simétricas, repetidas, certas, infalíveis? Como preencher aquelas folhas todas em branco? Havia tanto o que dizer e, ao mesmo tempo, parecia-lhe inteiramente desnecessário dizer alguma coisa. De repente, parecia-lhe que o mais certo seria mesmo deixar aquelas folhas todas em branco. Por que preenchê-las afinal? Por que manchar a simetria, a seqüência, a infalibilidade daquelas linhas todas, que, de tão certas, não precisavam de letras, de palavras, de frases, de desculpas, enfim, para que se atingisse um fim obrigatório e normal? As folhas em branco seriam passadas, uma a uma, as linhas continuariam simétricas, repetidas, certas, infalíveis, até a última folha em branco. Até a última linha vazia. Então o caderno teria acabado e o vazio seria claro e evidente. Mas parecia-lhe covarde agir assim. Não deixaria resposta alguma. Não ficaria qualquer explicação. E era egoísta e quase brutal, até mesmo injusto, legar aos outros o mesmo vazio que recebera. Pensou em Deus, então. Aquele Deus que aprendera a respeitar, desde a infância, aquele Deus por quem chamara a vida inteira, e que estava certo ficara alheio às suas súplicas. Mas, ainda assim, diante daquelas folhas em branco, que ele sentia necessário preencher com alguma palavra, com qualquer mensagem, para impedir que o vazio persistisse, que o nada o acompanhasse para sempre, ainda assim, mesmo que aquele Deus, por quem tanto clamara, jamais lhe tivesse atendido as súplicas, ainda assim, resolveu recorrer a ele naquele instante, naquele momento de sua vida, tão mais vazio do que qualquer outro.

Dr. Durval Luz.
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