TRAGÉDIA
Lamentavelmente foi necessário termos vivido a tragédia recente para despertar a solidariedade que existe na nossa sociedade.
O povo mostrou o grande coração que tem. Vamos daqui pra frente, sem necessidade de tanto luto, dor e lágrimas sermos mais amigos, mais presente ao sofrimento alheio para não permitirmos o aumento da culpa social.
Foi magnífica a explosão de amor que se viu, mexeu com o sentimento de todos.
Paradoxalmente, uma alegria em meio ao desastre. Uma esperança nascendo da desgraça, uma luz se acendendo na escuridão da dor. Mostrando que o impossível também acontece, bastando para vencer os obstáculos que se apresentam, unirmos nossas vontades.
Na dor aprende-se muito. Esperamos que as autoridades envolvidas no problema adotassem medidas, que se não resolvem de todo, que pelo menos amenizem as conseqüências dessas desgraças que vem se repetindo já há algum tempo.
É cultural no Brasil, letras garrafais nas principais páginas dos jornais quando acontece uma tragédia, para pouco tempo depois cair na vala comum do esquecimento e das promessas falsas.
Não deve haver constrangimento em se copiar procedimentos que deram certo em outros países para prevenir desgraças como ocorreram aqui.
Transcrevo o que li nos jornais: “Na Califórnia (EUA) em 1990, haviam contêineres nas casas com provisões para uma semana de sobrevivência em caso de terremotos, o grande problema da região. E havia também na casa um vídeo com instruções sobre como agir caso um terremoto atingisse a área.
Também na Universidade de Stanford havia treinamentos nas salas de aula sobre como reagir quando a sirene de alarme soasse.
Também na Alemanha há uma rádio oficial que transmite apenas mensagens sobre as condições das estradas e as previsões climáticas, e, quando há algum acidente no percurso, a rádio oficial interrompe a programação normal e passa a dominar o noticiário naquela região em que é preciso dar informações para os cidadãos.”
Exigimos nossa cidadania, é um direito constitucional e mais que isto, é um dever humanitário
O povo mostrou o grande coração que tem. Vamos daqui pra frente, sem necessidade de tanto luto, dor e lágrimas sermos mais amigos, mais presente ao sofrimento alheio para não permitirmos o aumento da culpa social.
Foi magnífica a explosão de amor que se viu, mexeu com o sentimento de todos.
Paradoxalmente, uma alegria em meio ao desastre. Uma esperança nascendo da desgraça, uma luz se acendendo na escuridão da dor. Mostrando que o impossível também acontece, bastando para vencer os obstáculos que se apresentam, unirmos nossas vontades.
Na dor aprende-se muito. Esperamos que as autoridades envolvidas no problema adotassem medidas, que se não resolvem de todo, que pelo menos amenizem as conseqüências dessas desgraças que vem se repetindo já há algum tempo.
É cultural no Brasil, letras garrafais nas principais páginas dos jornais quando acontece uma tragédia, para pouco tempo depois cair na vala comum do esquecimento e das promessas falsas.
Não deve haver constrangimento em se copiar procedimentos que deram certo em outros países para prevenir desgraças como ocorreram aqui.
Transcrevo o que li nos jornais: “Na Califórnia (EUA) em 1990, haviam contêineres nas casas com provisões para uma semana de sobrevivência em caso de terremotos, o grande problema da região. E havia também na casa um vídeo com instruções sobre como agir caso um terremoto atingisse a área.
Também na Universidade de Stanford havia treinamentos nas salas de aula sobre como reagir quando a sirene de alarme soasse.
Também na Alemanha há uma rádio oficial que transmite apenas mensagens sobre as condições das estradas e as previsões climáticas, e, quando há algum acidente no percurso, a rádio oficial interrompe a programação normal e passa a dominar o noticiário naquela região em que é preciso dar informações para os cidadãos.”
Exigimos nossa cidadania, é um direito constitucional e mais que isto, é um dever humanitário
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